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Nervos e vasos do braço

Este vídeo tem legendas em Português

Artérias, veias e nervos do ombro e braço.

Fantástico!
A sua primeira videoaula. Continue para o teste abaixo para solidificar o seu conhecimento.

Destaques

Transcrição

Oi, pessoal. Aqui é o João do Kenhub e sejam bem vindos a mais uma videoaula de anatomia, desta vez, nós vamos falar sobre a neurovascularização do braço.

Agora, o que nós vamos fazer aqui nesta videoaula é abordar as diferentes artérias, veias, e também nervos que fornecem a região do ombro e também do braço.

Para que você tenha uma ideia antes de nós continuarmos com a videoaula, eu quero mostrar para você os diferentes sistemas aqui que nós vamos abordar – então as diferentes artérias, veias e nervos todos em conjunto.

Nós vamos vê-los individualmente ao longo desta videoaula e vamos ficar a saber um pouco de como eles se ligam uns aos outros e como fornecem esta área do seu corpo. Agora, antes de eu o fazer, o que eu gostaria que você fizesse era listar as diferentes artérias de que nós vamos falar.

A primeira ou o primeiro conjunto seria as artérias subclávia, axilar e braquial. Nós também vamos falar sobre a artéria braquial profunda, as artérias radial e ulnar (cubital), as artérias circunflexas umerais anterior e posterior, a circunflexa escapular, e também sobre as artérias colaterais radial e ulnar (cubital).

E à medida que avancemos nesta videoaula, vamos falar de diferentes veias, que incluem a subclávia, a axilar e também a veia braquial. Nós também iremos falar sobre as veias basílica e cefálica. E mais à frente, nós vamos fazer... ou a última parte será, então, a inervação do ombro e do braço que consiste basicamente nos nervos, os diferentes nervos que surgem do plexo braquial, os diferentes ramos que nós vemos aqui.

E isto irá incluir uma visão geral, por assim dizer, do plexo braquial e dos diferentes ramos que vão inervar diferentes estruturas que você encontra no ombro e no braço. Agora, nós vamos ver que, no cordão lateral do plexo braquial, há um conjunto de nervos que vão inervar esta área, são eles o nervo musculocutâneo e a raiz lateral do nervo mediano.

Saindo do cordão medial, nós vamos ver o nervo ulnar (cubital) e também a raiz medial do nervo mediano. E do cordão posterior do plexo braquial, nós vamos ver o nervo subescapular, o nervo axilar, e o nervo radial. E tal como eu disse, nós vamos começar esta videoaula com as diferentes artérias do braço.

Você pode ver agora uma lista das três primeiras que eu quero falar, porque há algo importante aqui para saber, as artérias subclávia, axilar e braquial são basicamente um grande vaso sanguíneo. E você pode ver isso claramente aqui nestas imagens com destaques.

Você pode ver aqui a artéria subclávia, destacada a verde, seguida da artéria axilar que é a continuação da subclávia e depois você nota aqui esta, destacada em verde, esta é a braquial, que é a continuação da que nós vimos anteriormente, a artéria axilar.

Os nomes diferentes apenas dividem esta artéria em várias secções. E é importante que não se esqueça disto para evitar qualquer tipo de confusão mais à frente. Vamos começar com a primeira da nossa lista que você pode ver agora, destacada, numa perspetiva diferente.

Nós estamos a ver uma vista anterior da artéria subclávia. Muito bem. “Artérias” subclávias porque você tem duas. Agora, é importante também referir que no lado esquerdo do seu corpo, como você pode ver aqui, então este é o lado esquerdo do modelo.

E no lado esquerdo, esta artéria, a subclávia, origina-se desta estrutura aqui conhecida como arco aórtico. Enquanto que no lado direito, a subclávia se origina desta estrutura aqui, que é conhecida como tronco braquiocefálico.

Também é importante referir que a subclávia atravessa o espaço escaleno posterior, mesmo entre os músculos escalenos anterior e medial, e depois entra na axila entre a primeira costela e a clavícula. E a partir daí, é chamada de artéria axilar.

Continuando com a artéria subclávia, nós vamos agora voltar a esta imagem. Durante o seu percurso, esta artéria subclávia origina numerosos ramos que vale a pena referir nesta videoaula. Nós não vamos entrar em detalhes nesta videoaula, porque estes ramos também vão em direção ao pescoço.

E nós queremo-nos concentrar apenas no braço por enquanto. Então o primeiro que eu vou referir é conhecido como artéria vertebral, que ascende em direção à cabeça e é muito importante para o fornecimento sanguíneo do cérebro, tornando-se aí na artéria basilar.

O próximos ramo vai ser a artéria torácica interna que corre caudalmente junto ao esterno vascularizando a maior parte da região epigástrica. O próximo ramo é o tronco tireocervical que dá ramos que vão fornecer estruturas da região do pescoço.
Finalmente, nós temos o tronco costocervical que fornece a região profunda do pescoço. Nós estamos agora preparados para seguir para a próxima artéria na nossa lista, agora destacada em verde. Se você bem se lembra, sim, esta é a artéria axilar.

A artéria axilar é a continuação da artéria que nós falamos anteriormente, a artéria subclávia, e é um dos principais fornecedores de sangue de todo o braço. Agora, também é importante referir como é que nós separamos estas duas, a subclávia da axilar.

Qual é o limite aqui? E o que nós fazemos é usar o limite externo da primeira costela. Outro ponto que eu gostaria de realçar usando esta imagem que você vê agora no seu ecrã… E lembre-se que nós continuamos olhando a artéria axilar, destacada a verde.

E outra estrutura aqui – esta estrutura amarela – é conhecida como plexo braquial. E o que eu lhe quero dizer é que a artéria axilar é ou localiza-se em íntima proximidade do plexo braquial, dando até nome aos três cordões.

Então, lembre-se...

Se você se lembra do plexo braquial, há o cordão medial, o lateral e o posterior. E nós lhes damos o nome, graças à sua posição em relação às artérias axilares. Então esta é uma relação entre este vaso sanguíneo e o plexo braquial é muito importante. E antes de continuarmos para outra artéria, eu gostaria de falar sobre os diferentes ramos da artéria axilar.

Alguns deles vão ser abordados nesta videoaula, e a lista inclui então a artéria subescapular, a artéria circunflexa umeral anterior, a artéria circunflexa umeral posterior, a artéria torácica superior, a artéria toracoacromial e a artéria torácica lateral.

Nós não vamos falar destas últimas três, aqui, nesta videoaula pois elas irrigam regiões torácicas. Então vamos deixá-las para outras videoaulas. A próxima estrutura de que nós iremos falar, agora destacada em verde, é conhecida como artéria circunflexa escapular. E surge da artéria subescapular
que é um ramo da artéria axilar.

E você pode ver claramente a artéria axilar aqui, seguida depois pela artéria subescapular que depois se torna na artéria circunflexa escapular. Lembre-se de que em Latin, “circumflexus” significa “curvar-se em torno de”.

Esta artéria curva-se em torno do ombro e irriga, depois algumas estruturas que vale a pena destacar aqui. Estas são a escápula como você pode ver claramente aqui nesta imagem, este osso em forma de triângulo, e também partes dos músculos da região do ombro.

Agora, as artérias que você vê destacadas em verde são conhecidas como artéria circunflexa umeral anterior no lado esquerdo, e no lado direito, nós vemos a artéria circunflexa umeral posterior. Agora, estas duas artérias viajam em torno do úmero e fornecem, depois, a articulação do ombro e a cabeça do úmero com sangue, e sendo artérias, transportam sangue oxigenado.

A próxima artéria de que nós vamos falar, está agora destacada a verde, esta é mais uma que você já viu nesta videoaula, conhecida como artéria braquial, que é uma continuação da artéria axilar.

Agora, em termos de limites, o limite de… entre as artérias axilar e braquial é então o tendão do músculo redondo maior. Outra informação que é importante referir aqui nesta videoaula sobre a artéria braquial é que ela se dirige inferiormente no braço, como você pode ver claramente, até a esta fossa aqui conhecida como fossa cubital.

E aqui, divide-se em dois ramos terminais. A artéria braquial também origina vários ramos que são importantes para a vascularização do braço. Estes incluem então a artéria radial, a ulnar (cubital), a braquial profunda, e as artérias ulnares (cubitais) colaterais superior e inferior.

Visto que já a referimos, é oportuno falar sobre a artéria radial que você vê aqui, destacada em verde, nesta imagem. E a artéria ulnar (cubital) que você vê, também destacada em verde na imagem da direita. E lembre-se que em ambas as imagens, nós estamos a vê-las numa vista anterior do antebraço.

Você pode ver aqui que esta é a artéria braquial que se está a formar e a dividir para formar as artérias radial e ulnar (cubital). E, tal como eu disse, ambas são continuação… Ambas as artérias são uma continuação da artéria braquial.

E elas deslocam-se inferiormente no antebraço para formar uma anastomose na mão, conhecida como arcos palmares superficial e profundo. A próxima na lista é esta que você vê agora aqui, destacada em verde, esta artéria bem aqui.

Esta é conhecida como artéria braquial profunda. E a artéria braquial profunda é um grande ramo da artéria braquial que irriga os músculos do braço.
Agora, as artérias que nós vamos falar em seguida podem ser vistas, destacadas em verde. Na imagem do lado esquerdo, você vê a artéria radial colateral. E na imagem do lado direito, você pode ver a artéria ulnar (cubital) colateral superior. Agora, ambas as imagens são... nós estamos a olhar para o braço, e também para o ombro com a escápula (omoplata) aqui, e a clavícula.

Mas ambas as imagens são... nós estamos a olhar para uma vista anterior do braço. As artérias colaterais, garantem um bom fornecimento sanguíneo mesmo que uma das artérias maiores seja danificada ou bloqueada por alguma razão.

Agora, algumas palavras sobre a artéria radial colateral que você pode ver, agora destacada em verde, e se origina da artéria braquial profunda tendo uma anastomose com a artéria radial recorrente.

Esta é, então, a conexão entre a artéria braquial profunda e a artéria radial. E você pode ver claramente nesta imagem, esta é a artéria radial, a anastomose que acabamos de falar e a artéria radial colateral.

A próxima está agora destacada a verde na imagem, e nós acabamos de falar dela. É a artéria ulnar (cubital) colateral superior. Ela surge da artéria braquial tendo uma anastomose com a artéria ulnar (cubital) colateral inferior e com a artéria ulnar (cubital) recorrente posterior.

Esta é então a ligação entre a artéria braquial e a artéria ulnar. E agora que aprendemos as diferentes artérias que fornecem o ombro e o braço, faz sentido ter uma ideia de como o sangue flui desde o coração até à ponta dos seus dedos.

Agora, isto é basicamente unir todos os pontos, e interligar as diferentes artérias que nós acabamos de falar. Então, o seu sangue ou o seu sangue oxigenado vai ser bombeado do ventrículo esquerdo para o principal vaso sanguíneo, a principal artéria conhecido como a aorta. E como nós vimos no primeiro diapositivo, depois da aorta, vai para a artéria subclávia, depois
para o braço através da axilar, e depois seguido pela artéria braquial, que se vai então dividir, e dar os ramos conhecidos como artérias radial e ulnar (cubital), e depois finalmente vai originar todos os diferentes ramos da mão.

Nós estamos agora preparados para falar sobre as diferentes veias do braço e também do ombro. E agora mesmo, estamos a ver, destacadas, duas veias que são conhecidas como as artérias equivalentes, as veias subclávias.

E antes de continuarmos, eu gostaria de mencionar aqui algo que é muito importante para que não se crie nenhuma confusão, eu vou começar com as veias que estão mais próximas do coração e continuar distalmente, ou seja, vou contra o fluxo sanguíneo.

Porque, se bem se lembra, o sangue flui da mão para o coração através... transportando sangue desoxigenado, mas através de veias. Mas nós vamos falar sobre as veias na direção inversa para que você possa ver o que ocorre desde o coração até às extremidades.

Agora, um pouco de contextualização aqui, para perceber o que se está a passar nesta imagem, você pode ver aqui, claro, as veias subclávias destacadas, e as primeiras costelas, e também as segundas costelas.

Nós estamos a olhar estas estruturas anteriormente e você repare no tórax aqui aberto. Agora, as veias subclávias, estão próximo… elas viajam próximo das artérias subclávias.

Contudo, ela… elas não atravessam o espaço escaleno posterior, em vez disso passam anteriormente ao músculo escaleno anterior. Em conjunto com a veia jugular interna, como você pode ver aqui - estas são as veias jugulares internas - as veias subclávias vão-se unir com a veia braquiocefálica e
depois drenam o sangue em direção à veia cava superior e em seguida para o coração.

E eu quero realçar aqui um facto importante que você precisa de saber, o ducto torácico, o grande, o principal vaso do sistema linfático vai drenar para as veias subclávias. Vamos continuar, então, com esta que você vê destacada em verde que também tem um nome semelhante ao da artéria. Esta veia é conhecida como veia axilar.

E tal como as artérias, a veia axilar é a continuação da veia subclávia. Ela transporta sangue do braço, tórax lateral e axila. E distalmente, a veia axilar separa-se em duas veias, conhecidas como as veias braquial e basílica, à medida que nos movemos distalmente.

Mas repare novamente que as veias se originam da rede dorsal da mão em direção ao coração, enquanto as artérias começam no coração e movem ou levam o sangue até à periferia. Se continuarmos distalmente, vamos encontrar outro vaso sanguíneo, outra veia que você vê aqui destacada em verde. Ela é conhecida como veia braquial.

E tal como a artéria braquial, a veia braquial é uma continuação da veia axilar e divide-se distalmente nas veias radial e ulnar (cubital). A próxima veia sobre a qual vamos falar está agora destacada em verde e é conhecida como veia basílica.

Esta é a outra continuação da veia axilar e viaja superficialmente no lado medial do antebraço até à rede venosa dorsal da mão. Ela ajuda na drenagem do sangue da mão e do antebraço em direção ao coração. De seguida, vamos falar desta que você vê agora destacada em verde. Esta veia é conhecida como veia cefálica.

A veia cefálica não é uma continuação direta, mas sim um grande ramo da veia axilar que viaja no lado radial do antebraço até à rede venosa dorsal da mão. Esta veia é, então, conectada com a veia basílica através da veia cubital mediana no cotovelo.

Um facto engraçado, a veia cubital mediana é a que usamos tipicamente para colher sangue da fossa cubital. E antes de continuarmos para os nervos, eu gostaria de fazer uma pequena viagem ao longo do fluxo sanguíneo venoso principal desde a mão até ao coração – sangue desoxigenado.

Eu só quero ligar todos os pontos, para que você tenha uma perceção visual de como o sangue flui desde a sua mão até ao seu coração através do braço. Então, o sangue desoxigenado vai dos ramos venosos da mão, que vão drenar o sangue desoxigenado para as veias ulnar (cubital) e radial, veia basílica e também para a veia cefálica.

As veias ulnar (cubital) e radial vão drenar o sangue para a veia braquial, e depois estas três veias: a braquial, a basílica e a cefálica, vão drenar o sangue para a veia axilar. E daqui, ele vai, então, para a veia subclávia, depois para a veia braquiocefálica, e depois para a veia cava superior, que depois irá levar o sangue de regresso ao coração.

Estamos prontos para continuar para os nervos. E você pode ver aqui, destacado, o que é conhecido como plexo braquial. O plexo braquial é uma rede de fibras nervosas, que correm desde a medula, formada pelos ramos ventrais de C5 a C8 e também de T1.

Então é formado pelos ramos ventrais das raízes dos quatro nervos cervicais inferiores e do primeiro torácico. O plexo braquial, prossegue através do pescoço, da região axilar e vai até ao braço, como você pode ver nesta imagem aqui.

Agora, uma pequena visão geral – muito rápida porque o plexo braquial é um tema complexo e nós iremos abordá-lo numa videoaula separada – só uma pequena revisão, o plexo braquial está dividido em raízes, troncos, divisões, cordões e também ramos. E nesta videoaula, nós vamos falar essencialmente sobre alguns dos cordões e alguns ramos.

Agora, o que você vê aqui, os cordões são conhecidos como o cordão lateral, que você pode ver aqui destacado em verde. Também há um cordão medial que você vê agora destacado em verde. E este destacado também em verde é conhecido como cordão posterior.

Eles são denominados, se bem se lembra, de acordo com a sua posição em relação à artéria axilar. Agora, há vários ramos a surgir de cada cordão,
contudo nós só vamos falar dos que são relevantes para o braço.

Uma rápida lista aqui, no cordão lateral, se você se lembra da primeira lista que nós vimos, no cordão lateral nós vamos falar sobre o nervo musculocutâneo que está destacado nesta imagem. A raiz lateral do nervo mediano também se origina no cordão lateral do plexo braquial.

Algumas notas sobre o nervo musculocutâneo, este nervo inerva os seguintes músculos: o coracobraquial, o braquial e o bíceps (bicípite) braquial.

Continuando com o nervo mediano, que você pode ver agora destacado em verde. Este nervo tem uma raiz que surge do cordão lateral e outra que surge do cordão medial. Ambas irão inervar numerosos músculos incluindo os diferentes músculos flexores do braço e também da mão.

Agora, os próximos ramos de nervos surgem do cordão medial e são a raiz medial do nervo mediano, que você pode ver na imagem da esquerda. E na imagem da direita, você vê destacado, o nervo ulnar (cubital). Estes dois nervos surgem do cordão medial.

Agora, uma rápida informação sobre a raiz medial do nervo mediano, nós vimos anteriormente que a raiz lateral surge do cordão lateral do plexo braquial. E você vê aqui a raiz lateral e a raiz medial unindo-se para formar o nervo mediano, que você pode ver aqui destacado em verde.

Nós estamos agora prontos para prosseguir para o próximo nervo do cordão medial do plexo braquial destacado agora a verde na imagem. Este é conhecido como o nervo ulnar (cubital), e viaja perto da ulna (cúbito).

Este é o maior nervo desprotegido no corpo humano, sendo que desprotegido significa que não há nenhum músculo ou osso a cobri-lo. Por isso é bastante superficial. Está bastante perto da sua pele, por isso a lesão do nervo ulnar (cubital) é frequente.

Agora, nós estamos vendo aqui uma imagem do cotovelo, então se eu adicionar aqui uma representação do nervo ulnar (cubital) para lhe mostrar que este nervo está preso entre o osso e a pele sobrejacente no cotovelo, e pressioná-lo pode ser doloroso.

Ainda sobre o nervo ulnar (cubital), eu gostaria de mencionar os diferentes músculos que este nervo vai inervar. Um vai ser o flexor ulnar (cubital) do carpo, por exemplo. O outro vai ser o flexor profundo dos dedos e vários músculos da mão.

Nós vamos agora prosseguir para outro cordão do plexo braquial, visto agora destacado em verde. Este é o cordão posterior. E o cordão posterior tem ramos conhecidos como o nervo subescapular, o nervo axilar e também o nervo radial que vão inervar diferentes estruturas do braço e do ombro.

Começando com este aqui, destacado em verde. Este é o nervo subescapular. E este nervo inerva a parte inferior deste músculo que você vê agora destacado em verde, o subescapular.

Então o nervo subescapular vai inervar a parte inferior do músculo subescapular. Outro músculo que também vai ser inervado pelo nervo subescapular é o redondo maior. Outra informação que você precisa de saber
sobre o nervo subescapular é que ele consiste em fibras dos nervos espinhais C5 e C6.

O próximo nervo na nossa lista é este que você vê agora destacado em verde, conhecido como nervo axilar – também chamado por vezes de nervo circunflexo. Ele origina-se do plexo braquial ao nível da axila e transporta fibras nervosas de C5 e C6.

Em termos de inervação do braço, o nervo axilar inerva, os músculos deltoide e redondo menor. O último da nossa lista é este que você vê agora destacado em verde, e nós estamos olhando uma vista anterior do braço e antebraço. Este é o nervo radial.

E o nervo radial é um nervo do corpo humano que inerva basicamente o braço, como você pode ver claramente. Agora, ele inerva diferentes estruturas incluindo o tríceps (tricípite) braquial – este músculo é inervado pelo nervo radial – e também doze músculos que são principalmente responsáveis pela extensão dos punhos e dedos e supinação do antebraço; e também as articulações associadas e a pele sobrejacente. Por isso, este é um nervo importante do membro superior, como você pode perceber, porque ele inerva muitas estruturas.

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