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Osso esfenóide - quer aprender mais sobre isso?

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“Eu diria honestamente que o Kenhub diminuiu o meu tempo de estudo para metade.” – Leia mais. Kim Bengochea Kim Bengochea, Universidade de Regis, Denver

Osso esfenóide

O osso esfenóide é o osso mais complexo do corpo humano.

Devido a sua forma, ele também é conhecido como “osso em forma de vespa”. Ele constitui a maior parte da base do crânio e contribui para o assoalho da fossa craniana média.

As estruturas dos tecidos moles, como o nervo craniano e partes do cérebro, estão associadas a esse osso e têm relações intensas com ele.

O osso esfenóide também faz parte da formação dos muitos forames e canais do crânio.

Fatos importantes
Estrutura Corpo (porção mediana)
Duas asas maiores (parte lateral)
Duas asas menores (porção anterior)
Processos pterigóides (dirigidos para baixo)
Limites Sutura esfenofrontal com o osso frontal 
Sutura esfenoparietal com o osso parietal
Sutura esfenoescamosa com o osso temporal
Sutura esfeno-occipital com o osso occipital (desaparece aos 25 anos e os ossos se fundem)
Relações Corpo: anteriormente contribui para a cavidade nasal; lateralmente - canal óptico; superiormente - sela túrcica, a fossa hipofisária, dorso da sela
Asas menores: superolateralmente - canal óptico; inferiormente - margem lateral da órbita; superiormente - cavidade craniana; junto com o corpo e as asas maiores constrói a fissura orbital superior (veia oftálmica superior; nervos oftálmico, abducente, oculomotor e troclear)
Asas maiores: anterior - aspecto posterior da parede lateral da órbita; contêm forame oval (nervo madibular, artéria meníngea acessória) e forame espinhoso (vasos meníngeos mediais, ramo meníngeo do nervo mandibular)
Processos pterigóides: contém canal pterigoide (nervos petrosos principais e profundos) e canal faríngeo (nervo faríngeo)

Anatomia

O osso esfenóide possui quatro partes principais:

  • o corpo
  • as asas maior e menor
  • os processos pterigóides

Na videoaula abaixo tenha uma visão geral dos ossos do crânio, incluindo o osso esfenoide, antes de mergulhar em seus detalhes anatômicos. 

Corpo

O corpo é a porção posicionada mais centralmente. Ele contribuiu anteriormente ele contribui na formação da cavidade nasal, e lateralmente ele forma a parede medial do canal óptico. Superiormente o osso forma a sela túrcica, a fossa hipofisária e o dorso da sela. Contém os processos clinoides anterior e posterior, respectivamente. O clivus se inclina posteriormente ao corpo. Os seios esfenoidais se localizam no corpo, atrás da cavidade nasal, e são divididos por um septo.

Osso esfenóide - vista cranial

Asa Menor

As asas menores surgem superior e lateralmente do corpo do esfenoide, onde formam o canal óptico (→nervo óptico, artéria oftálmica). A superfície inferior participa da margem lateral da órbita enquanto a superfície superior forma parte da cavidade craniana.

Asa menor do esfenóide - vista cranial

Asa maior

As asas maiores surgem posterior e lateralmente ao corpo.

Asa maior do esfenóide - vista cranial

Suas superfícies laterais formam as superfícies infratemporais, e suas superfícies anteriores formam parte do aspecto posterior da parede lateral da órbita.

Você conhece bem os ossos do crânio? Com a nossa apostila de exercícios você nunca mais vai esquecer nenhum deles!

As asas maiores contém duas aberturas importantes próximo a suas raízes:

  • o forame redondo (→ nervo maxilar)
  • o forame oval (→ nervo mandibular, artéria meníngea acessória)
  • o forame espinhoso (→ vasos meníngeos médios, nervo espinhal [ramo do nervo mandibular]) se encontra na margem posterior das asas maiores
Fissura orbital superior - vista ventral

Entre o corpo e as asas maior e menor existe uma grande abertura, conhecida como fissura orbital superior, por onde numerosos nervos e vasos cursam (→ veia oftálmica superior, nervo oftálmico e seus ramos, nervo abducente, nervo oculomotor, nervo troclear). Para conhecer melhor a estrutura da órbita acesse o link a seguir.

Processos pterigóides

Os processos pterigóides são extensões da superfície basal do corpo do esfenoide. Os processos contêm dois canais conhecidos como canais pterigoides:

  • canais vidianos (→ nervo petroso maior, nervo petroso profundo, vasos do canal pterigóide)
  • canal faríngeo (→ nervo faríngeo).

Um hâmulo estende-se bilateralmente a partir de cada placa pterigoide medial.

Hâmulo pterigoide - vista caudal

Limites

O osso esfenoide articula-se com o osso frontal (através da sutura esfenofrontal), com o osso parietal (através da sutura esfenoparietal), com a parte escamosa do osso temporal (através da sutura esfenoescamosa) e com o osso occipital (através da sutura esfeno-occipital). Como os ossos esfenoide e occipital se fundem durante a puberdade (“osso tribasilar”) a sutura esfeno-occipital desaparece aos 25 anos de idade.

Desenvolvimento ósseo

O corpo e asas menores do osso esfenoide amadurecem através de ossificação endocondral clássica, enquanto os processos pterigoides sofrem ossificação intramembranosa.

O desenvolvimento das asas maiores do osso esfenoide são excepcionais, uma vez que eles são as únicas estruturas ósseas do crânio que sofrem tanto ossificação endocondral quanto intramembranosa. Aprenda mais sobre o desenvolvimento do crânio no artigo que separamos para você. E a seguir teste seus conhecimentos recém adquiridos sobre o osso esfenoide.


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