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“Eu diria honestamente que o Kenhub diminuiu o meu tempo de estudo para metade.” – Leia mais. Kim Bengochea Kim Bengochea, Universidade de Regis, Denver

Calvária

O termo ‘díploe’ é um termo geral utilizado para descrever a região óssea esponjosa situada entre a camada cortical externa dura e a camada cortical interna mais frágil. O termo geralmente é utilizado para os ossos do crânio, mas pode também ser utilizado para outros ossos curtos. 

Os buracos parietais não estão sempre presentes, quando estão encontram-se na região posterior e superior do osso parietal, formando o canal para a veia emissária se conectar com o seio sagital superior. Eles algumas vezes se comunicam com a veia occipital. 

A fovéola granular pode ser descrita como fossas encontradas na superfície interna do crânio ao longo do comprimento do seio sagital, e marca a região onde as granulações aracnoides se abrigam.

Fatos importantes
Ossos Frontal, occipital e parietal
Marcos Sulcos arteriais e sulco do seio sagital superior
Suturas Sagital - entre os dois parietais
Metópica - entre as duas metades do frontal (funde-se durante o 1º ano de vida)
Coronal - entre o frontal e os dois parietais
Lambdoide - entre o parietal e o occipital
Escamosa - entre o parietal e o temporal

Este artigo discutirá a anatomia da calvaria, incluindo os ossos que a constituem, as estruturas e buracos nela presentes e as suturas que existem nesta região.

Ossos da calvária

Osso Frontal

O osso frontal forma a parte mais anterior do crânio superior, e sobrepõe-se ao lobo frontal. A crista frontal é um relevo na parte escamosa anterior do osso frontal, e é formada pela convergência das duas cristas do seio sagital superior. A dobra de dura-máter que divide os dois hemisférios cerebrais (a foice do cérebro) se prende a esse ponto.

O osso forma articulações do tipo sinartroses com os ossos esfenoide, zigomático e parietal adjacentes. A área onde esses quatro ossos se articulam é chamado de pterion anterior, encontrando-se sobre a artéria meníngea média (um ramo da artéria maxilar). Durante a infância, o esfenoide frontal se encontra ali, permitindo que os ossos do crânio se movam uns sobre os outros para permitir a passagem da cabeça através do canal do parto. O osso frontal contém o seio frontal, que protege o cérebro de trauma craniano direto.

Osso Occipital

O osso occipital forma a parte posterior do crânio, se articula com os ossos parietais superiormente, e forma os côndilos occipitais inferiormente. Esses côndilos se articulam com as massas laterais do atlas. Atlas era o titã grego que carregava os céus, então a vértebra C1 recebeu apropriadamente um nome importante!

Osso Parietal

Os ossos parietais se articulam com o osso frontal anteriormente, e com o osso occipital posteriormente. Estes são os maiores ossos do crânio, e se articulam entre si na linha média, através da sutura sagital. O lobo parietal subjacente está envolvido na perceção sensorial. Fusão precoce da sutura sagital dá origem a escafocefalia. Esse osso apresenta sulcos para as artérias meníngeas, que se encontram no interior da dura-máter.

Estruturas e forames (buracos) da calvária

Os sulcos arteriais são indentações das artérias meníngeas na superfície interna do crânio. A artéria meníngea média entra no crânio através do forame (buraco) espinhoso, localizado alguns milímetros lateral e posterior ao forame (buraco) oval. A artéria fornece sangue para as meninges, juntamente com as artérias meníngeas anterior e posterior. A anterior é um ramo da artéria etmoidal anterior, que entra no crânio através do canal de mesmo nome. A artéria posterior apresenta entrada variável no crânio, através do forame (buraco) jugular, forame (buraco) magno ou canal do hipoglosso.

Sulcos arteriais (verde) - vista medial

O seio sagital superior cursa na margem presa da foice do cérebro, e drena os aspectos laterais do cérebro anterior. Ele drena para uma confluência dos seios (localizada profundamente no pterion posterior). O seio causa um sulco na superfície média interior do osso frontal, ambos os ossos parietais e na eminência cruciforme do osso occipital.

Suturas

Para mais informações sobre suturas cranianas, confira o artigo a seguir.

Sutura Sagital

A sutura sagital encontra-se na linha média do cérebro, estendendo-se da sutura coronal até o osso occipital, posteriormente. A sutura metópica é a continuação anterior da sutura sagital, e se funde na idade de um ano. Fusão prematura causa trigonocefalia. As suturas do crânio são exemplos de articulações do tipo sinartroses, e são parte do grupo que inclui gonfoses (articulações dos dentes), sincondroses (uma articulação cartilaginosa unida por cartilagem hialina) e sinostoses.

Estudar o crânio é um desafio no início, mas após alguma dedicação tudo fica bem mais tranquilo. Confira a apostila de exercícios sobre a anatomia do crânio e alcance esta tranquilidade nos estudos. 

A sutura sagital separa os ossos parietais superiormente, e se encontra no plano sagital médio. Os ossos parietais se fundem ao redor dos 30 anos de idade, sendo os últimos a se fundir. Essa sutura encontra-se sobreposta ao seio sagital

Sutura Coronal

A sutura coronal encontra-se entre o osso frontal e os dois ossos parietais, aproximadamente no limite do terço anterior da parte superior do crânio. Ela se funde completamente ao redor dos 25 anos de idade, juntamente com a sutura lambdoide.

Sutura Lambdoide

A sutura lambdoide se funde aos 25 anos de idade, e se encontra entre os ossos parietais, superiormente, e o osso occipital, inferiormente. Ela se estende da porção posterior do crânio até o pterion posterior. O pterion posterior se forma na junção do osso occipital, dos ossos parietais e temporais, e localiza-se onde a fontanela mastoide se encontrava, durante a infância.

Sutura Escamosa

A sutura escamosa encontra-se entre o osso temporal inferiormente e o osso parietal, superiormente. Ela une o pterion anterior ao pterion anterior.

Sutura escamosa (verde) - vista lateral esquerda

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