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“Eu diria honestamente que o Kenhub diminuiu o meu tempo de estudo para metade.” – Leia mais. Kim Bengochea Kim Bengochea, Universidade de Regis, Denver

Osso Occipital

O osso occipital é um osso único, que cobre a parte dorsal da cabeça.

Ele constitui uma grande porção da parte basilar do neurocrânio e abriga o cerebelo.

É o único osso craniano que se articula com a coluna cervical.

Esse artigo objetiva simplificar a literatura disponível para criar uma maior compreensão e fornecer um guia geral completo com informações em relação às partes, limites e o desenvolvimento do osso occipital. 

Fatos importantes
Partes Parte basilar
Partes condilares
Parte escamosa
Limites Sutura lambdoide
Sutura occipitomastoide
Sutura petro-occipital
Sutura esfeno-occipital
Desenvolvimento Ossificação endocondral
Ossificação intramembranosa

Anatomia

Osso occipital (verde) - vista inferior

O osso occipital é convexo externamente e côncavo internamente. Ele é dividido em quatro partes:

  • a parte basilar duas partes condilares 
  • a parte escamosa

Todas as quatro são dispostas ao redor de uma grande abertura, o forame magno. Estruturas que passam por esta estrutura incluem:

  •  (bulbo) ramo espinhal do nervo acessório
  • as artérias espinhais anteriorposterior
  • a artéria vertebral 
  • a veia espinhal 

Para aprender em detalhes a anatomia do crânio, preparamos uma apostila de exercícios para você. 

Parte basilar

A parte basilar encontra-se anterior ao forame magno e adjacente à porção petrosa do osso temporal. Anteriormente ele se funde com o osso esfenóide para formar o clivus durante a adolescência (osso tribasilar). O músculo constritor superior da faringe e a rafe faríngea se inserem no tubérculo faríngeo encontrado na superfície inferior da parte basilar.

Partes condilares

As partes condilares estão localizadas lateralmente ao forame magno. Elas compreendem duas proeminências em formato de feijão (côndilos occipitais) que se articulam com a primeira vértebra cervical (articulação atlanto-occipital). Posteriormente a eles estão os canais condilares, onde as veias emissárias condilares cursam e conectam os plexos venosos vertebrais externos aos seios sigmóides. O nervo hipoglosso deixa o crânio através do canal do hipoglosso, que atravessa a parte condilar do osso occipital.

Parte escamosa

A parte escamosa é a maior das quatro partes. Uma proeminência palpável conhecida como protuberância occipital externa encontra-se na linha média da superfície externa, e serve como ponto de inserção para o músculo trapézio.

Além disso a superfície externa possui três linhas curvas, chamadas de linhas nucais:

  • A linha nucal suprema se estende lateralmente da protuberância occipital externa e esse é o local de origem do músculo epicrânio e da aponeurose epicraniana.
  • A linha nucal superior cursa ligeiramente inferior. Ela é a origem dos músculos trapézio, esternocleidomastóideo e esplênio da cabeça.
  • A linha nucal inferior cursa ainda mais inferiormente. O músculo semiespinal da cabeça se insere acima desta.

A parte escamosa do osso occipital é marcada por sulcos em sua superfície interna devido aos seios venosos durais cranianos:

  • o seio sagital superior
  • o seio transverso
  • o seio sigmóide

Acima do sulco para o seio transverso está a depressão que acomoda os lobos occipitais do cérebro (fossa cerebral) e a depressão inferior correspondente abriga o cerebelo (fossa cerebelar).

Limites

O osso occipital é limitado superiormente e lateralmente pela sutura lambdoide, que o separa dos ossos parietais. Ele se articula com o processo mastoide através da sutura occipitomastoide. Para conhecer em detalhes os forames, fissuras e suturas do crânio, veja o material a seguir.

A sutura petro-occipital une a parte petrosa do osso temporal ao osso occipital. A sutura esfeno-occipital entre os ossos esfenóide e occipital desaparece quando eles se fundem, durante a adolescência.

Desenvolvimento ósseo

As partes basilar e condilar se desenvolvem através de ossificação endocondral. A maioria da parte escamosa se desenvolve através da via intramembranosa. Em recém-nascidos as quatro partes são separadas por tecido conectivo. Aos quatro anos as partes escamosa e condilar geralmente já se ossificaram e uniram, enquanto a parte basilar se une a elas aos seis anos.

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