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Constritor inferior da faringe - quer aprender mais sobre isso?

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Constritor inferior da faringe

Músculo constritor inferior da faringe (Musculus constrictor pharyngis inferior)

O constritor inferior da faringe é um músculo da faringe que forma as paredes posterior e lateral do órgão, juntamente com os constritores superior e médio da faringe.

A função deste músculo é facilitar a propagação dos alimentos em direção ao esôfago, ao contrair a parede da faringe durante a deglutição.

Além disso, as partes inferiores deste músculo formam o esfíncter esofágico superior. Junto com os esfíncteres uretral e anal, este é um dos únicos três esfíncteres do corpo formado por tecido muscular esquelético.

Este artigo irá discutir a anatomia e a função do constritor inferior da faringe.

Informações importantes sobre o constritor inferior da faringe
Origem Parte tireofaríngea: linha oblíqua da cartilagem tireoide
Parte cricofaríngea:
cartilagem cricoide
Inserção Parte tireofaríngea: rafe mediana da faringe
Parte cricofaríngea:
se une inferiormente com fibras esofágicas circulares
Ação Contrai a parede da faringe durante a deglutição
Inervação Ambas as partes: ramos do plexo faríngeo (NC X)
Parte cricofaríngea:
também recebe ramos externos e/ou ramos laríngeos recorrentes do nervo vago (NC X)
Vascularização Ramo faríngeo da artéria tireóidea ascendente, ramos musculares da artéria tireóidea inferior
Conteúdo
  1. Origem e inserção
  2. Relações
  3. Inervação
  4. Vascularização
  5. Função
  6. Bibliografia
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Origem e inserção

O constritor inferior da faringe é formado por duas partes; tireofaríngea e cricofaríngea. A parte tireofaríngea localiza-se superiormente e forma a maior parte do músculo.

Ela se origina da linha oblíqua da cartilagem tireoide, cursa posteromedialmente e se insere na rafe mediana da faringe, se encontrando com a inserção de sua contraparte contralateral.

A parte cricofaríngea se origina das partes anterolaterais da cartilagem cricoide. Ela é dividida em duas partes: parte oblíqua (parte superior do músculo) e parte fundiforme (parte inferior).

A parte oblíqua é orientada posteromedialmente, se inserindo na rafe mediana da faringe. A parte fundiforme cursa horizontalmente, formando uma banda semicircular que se funde às fibras musculares circulares do esôfago proximal.

Relações

O músculo localiza-se inferiormente ao constritor médio da faringe e superiormente ao esôfago. Suas fibras superiores se sobrepõem às fibras inferiores do constritor médio da faringe. Como o constritor médio se sobrepõe da mesma forma ao constritor superior, todos os três constritores criam uma parede semicircular contínua na faringe.

A fáscia bucofaríngea se encontra posterior ao músculo e separa toda a faringe do espaço retrofaríngeo, localizado posteriormente, e do compartimento vertebral do pescoço.

Os ápices dos lobos da glândula tireoide, a artéria carótida comum e o músculo esternotireóideo são laterais ao constritor inferior. O ramo externo do nervo laríngeo superior penetra na superfície externa da parte tireofaríngea em seu trajeto até a laringe.

A orientação específica das fibras musculares define um espaço triangular entre as partes tireofaríngea e cricofaríngea do músculo, chamado de deiscência de Killian (ou triângulo de Killian). Este é um ponto fraco na parede faríngea, através do qual o divertículo faríngeo (divertículo de Zenker) pode se insinuar.

Inervação

Ambas as partes do músculo são inervadas por ramos do nervo vago (NC X) através do plexo nervoso faríngeo. A parte cricofaríngea recebe inervação vagal adicional através de ramos dos nervos externo e/ou laríngeo recorrente.

Vascularização

O músculo é vascularizado pelo ramo faríngeo da artéria tireoidea ascendente e por ramos musculares da artéria tireoidea inferior. A drenagem venosa é realizada pelo plexo venoso faríngeo (tributárias da veia jugular interna). Consolide o seu conhecimento com o nosso teste.

Função

A parte tireofaríngea contrai a porção inferior da faringe, empurrando o bolo alimentar em direção ao esôfago.

A parte cricofaríngea forma a maior parte do esfíncter esofágico superior (EES). Dependendo do estado fisiológico ela se contrai e relaxa de maneira intermitente para impedir ou permitir a passagem de conteúdo entre o esôfago e a faringe.

  • Exceto na deglutição e em alguns reflexos, o EES permanece constantemente contraído, impedindo a entrada de ar no esôfago durante a respiração e refluxo laringofaríngeo durante o peristaltismo esofágico normal.
  • O EES se relaxa em duas situações: para permitir a passagem do bolo alimentar para o esôfago e para permitir respostas reflexas na direção retrógrada, como durante o vômito (êmese).

Para mais materiais de aprendizagem sobre a faringe, clique nos seguintes links:

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