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“Eu diria honestamente que o Kenhub diminuiu o meu tempo de estudo para metade.” – Leia mais. Kim Bengochea Kim Bengochea, Universidade de Regis, Denver

A face humana

A sociedade atual considera a beleza física de grande importância. Particularmente a anatomia da face afeta o nosso dia-a-dia. 

Anormalidades faciais não são incomuns e todo profissional médico deve possuir um conhecimento básico sobre o desenvolvimento facial no útero, quais erros podem ocorrer e quais as opções de tratamento disponíveis para as pessoas sofrendo dessas severas condições.

Face Humana

Histórico embriológico

O desenvolvimento da face se inicia com a porção oral (ou anterior) do canal alimentar, o estomodeu. Ele é cercado por três diferentes projeções da face, derivadas de células da crista neural. 

Essas três projeções são conhecidas como:

  • proeminência frontonasal
  • proeminência maxilar
  • proeminência mandibular 

Tanto a proeminência maxilar quanto a mandibular se desenvolvem do primeiro arco faríngeo, enquanto a proeminência frontonasal é formada do mesênquima.

As camadas ectodérmicas começam a tomar forma lateralmente à proeminência frontonasal, e se tornam os dois placódios nasais. As fossas nasais são originadas dos placódios por invaginação central, o que deixa linhas de tecido bilateralmente sobre as fossas. Essas linhas de tecido são chamadas proeminências nasais medial e lateral. O segmento intermaxilar é formado pela fusão das proeminências nasais na linha média.

As várias características da face humana possuem diferentes origens embriológicas:

  • O lábio superior se desenvolve da proeminência maxilar e da proeminência nasal medial.
  • O lábio inferior deriva da proeminência mandibular, à qual é um resultado direto do desenvolvimento do primeiro arco faríngeo.
  • O saco lacrimal e o ducto nasolacrimal são as estruturas maduras do sulco nasolacrimal que separa a proeminência nasal e a proeminência maxilar.
  • O nariz consiste da tríade de estruturas embriológicas que incluem a proeminência frontonasal, a proeminência nasal medial e a proeminência nasal lateral.
  • Ao contrário do nariz, as raízes das bochechas formam uma estrutura única conhecida como proeminência maxilar, que surge do primeiro arco faríngeo, assim como a proeminência mandibular.
  • O segmento intermaxilar termina como filtrum, palato primário e arcada superior, contendo os incisivos centrais e laterais.

Anatomia e inervação

A face é ricamente perfundida por um plexo subdérmico, formado principalmente por artérias musculocutâneas que se originam das artérias temporal superficial e facial. 

A artéria facial se ramifica da artéria carótida externa, se curva ao redor da borda inferior da mandíbula e sobe ao longo da lateral do nariz. A artéria temporal superficial também deriva da artéria carótida externa e fornece numerosos ramos que suprem diferentes partes da face, incluindo a artéria facial transversa e a artéria temporal média. O sangue venoso da face é drenado pelo plexo subdérmico para o plexo venoso profundo, através de veias comunicantes.

As três divisões do nervo trigêmeo são responsáveis pela sensação somática de toda a face, de acordo com as três origens embriológicas. 

  • O nervo oftálmico (V1), que se origina da proeminência frontonasal, inerva a porção anterior do escalpo/couro cabeludo, a fronte e o dorso do nariz. 
  • Derivado da proeminência maxilar, o nervo maxilar (V2) inerva principalmente a porção anterior das bochechas, a porção lateral da face, o lábio superior, as regiões laterais do nariz e a pálpebra inferior. 
  • O nervo mandibular (V3) se origina da proeminência mandibular e inerva o lábio inferior, o queixo e a parte posterior das bochechas. 

Contrariamente, a parte posterior do escalpo (couro cabeludo), a borda inferior da mandíbula e o pescoço não são inervados pelo nervo trigêmeo, mas por ramos diretos do plexo cervical (C2).

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