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Quantos ossos pode encontrar no corpo humano? - quer aprender mais sobre isso?

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“Eu diria honestamente que o Kenhub diminuiu o meu tempo de estudo para metade.” – Leia mais. Kim Bengochea Kim Bengochea, Universidade de Regis, Denver

Quantos ossos pode encontrar no corpo humano?

Existe um total de 206 ossos no corpo humano adulto.

Eles variam em dimensões desde o menor, encontrado no ouvido médio, até o maior, que forma a nossa coxa. O corpo humano possui uma incrível variedade de diferentes ossos, muitos dos quais você pode encontrar em si mesmo ou em um esqueleto.

O conhecimento da estrutura óssea do corpo humano é essencial antes de qualquer prova de anatomia humana, especialmente em situações clínicas onde descrições acuradas de trauma ósseo serão exigidas.

Principais ossos do corpo humano

Cabeça

Crânio: frontal, temporal (2), parietal (2), occipital, esfenoide, etmóide, martelo (2), bigorna (2), estribo (2)

Face: mandíbula, maxila (2), zigomático (2), nasal (2), lacrimal (2), palatino (2), vómer, corneto ou concha nasal inferior (2), hióide, dentes (32 -> os dentes não estão incluídos nos 206 ossos considerados anteriormente)

Tronco

Coluna vertebral: vértebras cervicais (7), vértebras torácicas (12), vértebras lombares (5), sacro, cóccix

Costelas: costelas verdadeiras (14), costelas falsas (6), costelas flutuantes (4)

Esterno

Membros superiores

Região escapular: escápula ou omoplata (2), clavícula (2)

Braço: úmero (2)

Antebraço: rádio (2), ulna ou cúbito (2)

Punho: ossos do carpo (16)

Mão: metacarpos (10), falanges (28)

Membros inferiores

Pelve: ilíaco (2)

Coxa: fémur (2)

Patela ou rótula: (2)

Perna: tíbia (2), fibula ou perónio (2)

: ossos do tarso (14), metatarsos (10), falanges (28)

Neste artigo, nós iremos passar sistematicamente por todos os ossos do corpo, descrever sua localização e suas articulações. Além disso, nós iremos concluir com algumas relevâncias clínicas utilizando a anatomia de superfície.

Articulações

Existem três tipos principais de articulações: fibrosa, cartilaginosa e sinovial.

Videoaula recomendada: Tipos de articulações
Generalidades sobre os diferentes tipos de articulações no corpo Humano.

Articulações fibrosas

Articulação de suturas – Essas articulações são formadas entre ossos através de fibras de tecido conectivo denso. Em outras palavras, os ossos são mantidos juntos como um quebra-cabeças. Essas são articulações que não permitem nenhum movimento (sinartroses). Exemplos incluem a articulação entre os ossos de um crânio adulto.

Articulações sindesmóticas – Essas articulações são comparáveis a articulações de suturas, mas possuem fibras levemente mais longas (conexões ligamentares entre ossos). Assim elas permitem um mínimo movimento com um pequeno grau de mobilidade (assim elas são conhecidas como articulações anfiartróticas). Um exemplo é a membrana interóssea entre o rádio e a ulna (cúbito).

Gonfose – essas são particulares da cavidade oral; como um prendedor em um soquete. A articulação é a ligação do soquete para os dentes ao dente em si, e elas não permitem movimentos (sinartróticas – exceto a queda do dente de leite para o surgimento do dente adulto).

Articulações cartilaginosas

Sínfises – Essas articulações permitem muito pouco movimento (e assim são chamadas anfiartróticas), e são encontradas na linha mediana (com a exceção da articulação atlantoaxial, que é uma articulação sinovial). Elas são mantidas unidas por fibrocartilagem, tipicamente no formato de cunha ou coxim. Exemplos incluem a sínfise púbica e os discos intervertebrais.

Sincondroses – Essas articulações não permitem movimentos, e assim são chamadas sinartróticas. Elas são mantidas unidas por uma rígida ponte de cartilagem hialina. Exemplos incluem a articulação entre a epífise e a diáfise (onde a placa de crescimento se encontra).

Articulações sinoviais

Essas são as mais comuns articulações do corpo. Elas são encontradas no esqueleto apendicular, ex.: joelho, quadril e ombro. Elas são encontradas também no esqueleto axial, ex.: articulações zigapofisárias entre as facetas de vértebras adjacentes. Articulações sinoviais são definidas pela presença de membranas sinoviais preenchidas por fluido revestindo a cavidade articular, que se encontra entre as superfícies ósseas articulares. Todas as articulações sinoviais são chamadas de diartróticas, uma vez que elas se movem livremente em múltiplos planos. Existem numerosos tipos de articulações sinoviais.

Articulações planas

Articulações planas são onde as superfícies dos ossos deslizam uma sobre a outra. As articulações intercarpais da região do punho são um exemplo disso. Elas são uniaxiais, uma vez que elas só se movem em um plano de superfície, realizando um movimento linear.

Articulações em dobradiça

Articulações em dobradiça são articulações uniaxiais que permitem um movimento angular em um único plano, como flexão e extensão. A definição é quando parte de um osso envolve outro em uma estrutura em forma cilíndrica; como a dobradiça de uma porta. Exemplos incluem a articulação do joelho, que se forma entre os côndilos femorais e o platô/ (planalto) tibial, e a , que se forma entre o úmero e os ossos do antebraço (rádio e ulna/cúbito).

Articulação do cotovelo (verde) - vista posterior

Articulações em pivô

Articulações em pivô também são articulações uniaxiais, entretanto, elas permitem movimento rotacional. Elas consistem em uma parte circular de um osso que roda no interior de um ligamento de outro. Um exemplo é a articulação atlantoaxial, entre o atlas (C1) e o áxis (C2), que permite a rotação da nossa cabeça.

Articulação atlantoaxial (verde) - vista posterior

Articulações condilares

Articulações condilares são encontradas entre duas superfícies articulares; uma superfície articular oval encontra-se dentro da depressão da superfície articular oposta. A diferença entre estas e o tipo bola-e-soquete (esferoides) é a forma das superfícies articulares das articulações condilares; as superfícies articulares são ovais, e não esféricas. Essas são articulações biaxiais que produzem um movimento angular, uma vez que são capazes de flexionar e estender, bem como abduzir e aduzir. A articulação radiocarpal entre o rádio e o escafóide é um exemplo.

Articulação atlantooccipital (verde) - vista posterior

Articulações selares

Articulações selares são formadas entre superfícies articulares convexas e côncavas. Um exemplo é a primeira articulação carpometacarpal, entre o trapézio e o osso metacarpo do polegar, que nos permite a oposição do polegar. Essas articulações criam movimentos angulares em diversos planos, inclusive oposição, e são conhecidas como biaxiais.

Articulação carpometacarpal do polegar (verde) - vista anterior

Articulações em bola-e-soquete (esferoides)

Articulações em bola-e-soquete são caracterizadas por uma cabeça óssea com formato esférico no interior de uma cavidade esférica de outra. Exemplos incluem a articulação do quadril e do ombro. A articulação do ombro, entretanto, é um pouco mais complexa que a articulação do quadril, e será discutida mais adiante. Essas articulações são multiaxiais, o que significa que elas podem se mover em todas as direções e criar movimentos angulares que incluem a circundução e a rotação.

Esqueleto axial

Crânio

O crânio é formado por um número de ossos em placa, que se unem através de articulações em sutura. Juntos eles formam a fundação óssea da cavidade craniana. Existe um número de ossos que são unidos por articulações em suturas, que resultam no crânio formando uma cavidade rígida na qual o cérebro e o cerebelo são contidos.

Videoaula recomendada: Ossos do crânio
Principais ossos da cabeça.

Osso frontal

O osso frontal – Este osso forma a parte anterior da superfície do crânio, bem como a parte superior da parte óssea do nariz. Ele cobre o lobo frontal do cérebro. Ele contém o seio paranasal frontal, que pode se tornar preenchido por fluido em casos de infecções e congestão do seio, e ainda torna o seio frontal mais leve. O osso frontal forma ainda o assoalho da fossa craniana anterior, na qual o lobo frontal do cérebro repousa.

Osso frontal (verde) - vista anterior

Ossos temporais

Os ossos temporais – Esse osso é pareado (lado direito e esquerdo), e possui uma porção escamosa e outra petrosa. A porção escamosa forma a superfície externa do crânio, e a porção petrosa abriga o nervo vestibulococlear e seus ramos. Estes ossos formam ainda os dois terços posteriores do assoalho da fossa craniana média, bem como a superfície anterior da fossa craniana posterior. O nervo vestibulococlear deixa (move-se lateralmente para longe da linha média) a calota craniana através do meato acústico interno, que é uma pequena abertura que também permite que o nervo facial deixe o crânio. O nervo vestibulococlear então se divide no ouvido interno em seus ramos vestibular e coclear. A porção escamosa forma a superfície lateral e inferior do crânio e contribui com um processo (apófise) para o arco zigomático. Os ossos pareados sobrepõem os lobos temporais do cérebro. O forame (buraco) jugular e o forame (buraco) lacerum também são encontrados nas bordas posterior e anterior dos ossos, respectivamente.

Osso temporal (verde) - vista lateral esquerda

Ossos parietais

Os ossos parietais – Também pareados, formam a superfície supero-lateral do crânio, posterior ao osso frontal. Estes ossos sobrepõem os lobos parietais do cérebro. O seio sagital superior é um importante seio venoso dural que se prende à superfície interna dos ossos e parte do osso frontal na linha média.

Osso parietal (verde) – vista lateral esquerda

Osso occipital

O osso occipital – Forma a superfície mais posterior do crânio e sobrepõe o lobo occipital. O cerebelo também se encontra na fossa do cerebelo desse osso. O forame (buraco) magno é encontrado nesse osso. O osso occipital possui côndilos occipitais que se projetam de sua superfície inferior e articulam com o atlas (C1). A superfície mais posterior do osso occipital é onde as linhas nucais superior, medial e inferior são encontradas. Ali é onde as camadas de músculos que movem o pescoço e o dorso se inserem.

Osso occipital (verde) - vista inferior

Osso esfenoide

O osso esfenoide – Esse é um importante osso que forma o assoalho anterior e medial da fossa craniana média, e abriga a glândula hipófise dentro de seu corpo (sela túrcica). Todo o osso se parece com uma borboleta quando é visto de cima, e possui uma posição de pedra fundamental na base do crânio. Ele possui asas maiores e menores, com as asas maiores formando o assoalho da fossa craniana média, e as asas menores formando a região mais posterior da fossa craniana anterior. O osso possui muitos forames (buracos), que permitem que numerosos nervos cranianos (óptico através do canal óptico, oculomotor através da fissura orbitária superior, troclear através da fissura orbitária superior, todos os três ramos do nervo trigêmeo e abducente através da fissura orbitária superior) deixem a cavidade craniana e inervem os olhos e a face. O osso esfenoide também contribui de forma pequena para a superfície lateral do crânio através de sua asa maior. Ele se articula com o osso frontal anteriormente, o osso temporal posteriormente, o osso parietal através da borda lateral de suas asas maiores e com o clivus, a projeção anterior e superior do osso occipital, sobre o qual são encontradas o tronco cerebral e a artéria basilar.

Osso esfenóide (verde) – vista superior

Osso etmóide

O osso etmóide – Este osso forma a seção da linha média mais anterior da fossa craniana anterior. O osso possui numerosas perfurações em sua superfície, que permite a passagem de fibras do nervo olfatório (olfativo) (par craniano I) para o interior da cavidade craniana, para realizar sinapse com o bulbo olfatório (olfativo). A placa perpendicular do osso etmóide forma a parte superior do septo nasal ósseo, com o vômer formando a parte postero-inferior. A cartilagem septal forma a porção cartilaginosa do septo, anteriormente.

Osso etmóide (verde) - vista superior

Ossículos auditivos

Os ossículos auditivos – O ouvido médio é onde os três menores ossos do corpo são encontrados: martelo, bigorna e estribo (estapédio). A membrana timpânica forma a barreira entre o ouvido externo e o ouvido médio. Os sons causam a vibração da membrana timpânica, e assim estes três ossículos transmitem a energia cinética. O estribo se articula com a janela oval através de sua base, o que causa uma transmissão eletroquímica do som através da mudança de pressão do ouvido interno.

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Anatomia de superfície

A superfície lateral do crânio possui um ponto conhecido como ptérion, onde quatro ossos do crânio se encontram. Esse ponto é logo superficial à artéria meníngea média.

A protuberância occipital (não pareada) é um ponto facilmente palpável, que se projeta da superfície posterior do osso occipital.

Protuberância occipital externa (verde) - vista posterior

Face

Mandíbula

A parte óssea inferior da boca é chamada de mandíbula. O côndilo mandibular se articula com o processo (apófise) articular temporal. A articulação temporomandibular (ATM) é capaz de protrair e retrair, bem como elevar e deprimir a mandíbula. A ATM é a única articulação sinovial encontrada no crânio. O ramo da mandíbula é a parte inferior ao côndilo, e forma sua borda posterior. O ângulo é onde a “quina” da mandíbula se encontra, e o corpo é a mandíbula em si, onde se prendem os dentes. O forame (buraco) mandibular é uma abertura na superfície interna do ramo, que permite a entrada do ramo alveolar inferior do nervo mandibular (um ramo do nervo trigêmeo), para inervar os dentes da arcada inferior.

Corpo da mandíbula (verde) - vista anterior

Maxila

A parte óssea superior da boca é conhecida como maxila. A maxila contém um seio paranasal, que reduz o peso do osso e possui um papel na formação do som. A maxila se articula com os ossos nasais na margem lateral do septo nasal ósseo e com o osso zigomático na margem lateral.

Maxila (verde) – vista anterior

Osso zigomático

O osso zigomático forma uma articulação com o processo (apófise) zigomático do osso temporal para formar a parte inferior do arco zigomático. A parte superior do arco é formada pelo processo (apófise) zigomático do osso frontal.

Osso zigomático (verde) – vista anterior

Ossos nasais

Os ossos nasais formam as estruturas ósseas da parte proximal do nariz, e os ossos frontais se fundem a eles superiormente. Eles se encontram em cada lado e se fundem na linha média, formando a glabela.

Osso nasal (verde) – vista anterior

Ossos lacrimais

Os ossos lacrimais são pequenos ossos que contribuem para a parte infero-medial do assoalho da parte óssea da órbita. Os outros ossos que formam a órbita são o osso frontal, formando a superfície posterior e superior e o osso esfenoide (asa maior), formando o dorso da órbita. A maxila forma as superfícies inferior e posterior. O osso etmóide forma a superfície medial da órbita.

Osso lacrimal (verde) - vista anterior

Dentes

Os dentes formam uma articulação em gonfose com a maxila e a mandíbula. Um adulto possui 32 dentes: 8 incisivos (quatro na arcada superior e quatro na arcada inferior), 4 caninos (dois em cada arcada), 8 pré-molares (quatro pré-molares em cada arcada) e 12 molares (6 molares em cada arcada – incluindo o dente do siso). Eles são facilmente localizados e todos possuem funções definidas. Os incisivos cortam e fatiam os alimentos. Os caninos destroem e rompem a comida, e os pré-molares e molares amassam os alimentos.

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Generalidades sobre todos os dentes maxilares e mandibulares.

Osso hióide

O osso hióide é um osso que se encontra na região cervical, superior à cartilagem tireóide. Ele é especial no sentido de que não possui ligaçòes ósseas, mas suporta a via aérea superior.

Osso hióide (verde) - vista anterior

Anatomia de superfície

O ducto parotídeo (ducto de Stenson) se esvazia no interior da boca, oposto (lateral) ao segundo molar superior – localização que pode ser aproximada utilizando-se a língua.

Coluna vertebral

Existem sete vértebras cervicais, doze vértebras torácicas e cinco vértebras lombares. A coluna vertebral inclui ainda o sacro, que é tipicamente formado por cinco vértebras fundidas e o cóccix, usualmente formado por três ou mais vértebras fundidas. Cada grupo de vértebras é único em sua anatomia, e assim se adapta às suas funções.

Coluna vertebral (verde) - vista anterior

Vértebras cervicais

As sete vértebras cervicais são as menores. A primeira e a segunda vértebras cervicais são únicas em sua anatomia, uma vez que elas se articulam com o crânio e estabilizam a cabeça para permitir movimentos da cabeça. C1 é conhecido como atlas (titã grego que segura os céus). A vértebra possui grandes processos (apófises) articulares que formam articulações com os côndilos occipitais. Ela não possui corpo, mas possui um formato de anel. C2 é conhecido como axis, e possui superfícies articulares que formam as articulações zigoapofisárias com as facetas inferiores do atlas. Essa vértebra pode ser facilmente identificada pela presença do processo (apófise) odontóide (dente), uma projeção superior que permite que o axis seja mantido próximo ao atlas (e estabilizado pelos ligamentos atlantoaxiais), e permite movimentos suaves do crânio e movimentos rotacionais. Movimentos de aceno (fazer que “sim” ou que “não” com a cabeça) ocorrem na articulação atlanto-occipital.

As cinco vértebras cervicais restantes são bastante semelhantes em sua estrutura. Todas possuem facetas articulares horizontais, e são empilhadas como moedas. Isso significa que elas são inerentemente instáveis, por isso são as articulações uncovertebrais. Essas são picos ósseos na superfície lateral dos corpos vertebrais que estabilizam a porção cervical da medula espinhal. Existe ainda uma grande quantidade de musculatura, fáscia e ligamentos. A única coisa a se notar é que C7 possui um processo (apófise) espinhoso proeminente, motivo pelo qual é chamada de vértebra proeminente (palpável). O processo (apófise) espinhoso das vértebras cervicais é bífido. Além disso todas as vértebras cervicais possuem forames (buracos) em seus processos (apófises) transversos, e eles são chamados simplesmente de forames (buracos) transversos. A artéria vertebral sobe através destes forames (buracos) e entra ao nível de C6. As veias vertebrais também cursam nestes forames (buracos).

A coluna cervical por si possui um grande grau de mobilidade, incluindo flexão, extensão, flexão lateral e rotação.

Vértebras cervicais (verde) - vista posterior

Vértebras torácicas

As doze vértebras torácicas possuem corpos vertebrais com formato de coração, e possuem processos (apófises) espinhosos direcionados inferiormente. Os processos (apófises) transversos se articulam com o colo de cada uma das costelas. O canal vertebral se torna progressivamente mais estreito quando se avança inferiormente na coluna vertebral, já que os nervos espinhais gradualmente deixam o canal para inervar os membros e o tronco. As articulações interapofisárias (zigapofisárias) possuem orientação vertical, o que limita o movimento ântero-posterior de uma vértebra em relação à outra.

Vértebras torácicas (verde) - vista posterior

Vértebras lombares

As vértebras lombares possuem grandes corpos vertebrais em forma de feijão,com espessos pedículos e processos (apófises) espinhosos curtos. As articulações interapofisárias (zigapofisárias) conectam-se umas às outras em uma configuração horizontal, o que permite que a região lombar possua um maior grau de flexibilidade, incluindo flexão, extensão e rotação.

Entre cada duas vértebras da coluna vertebral, forames (buracos) intervertebrais (pareados) podem ser encontrados. Estes forames (buracos) pareados são onde os nervos espinhais mistos deixam o canal vertebral, e formam o plexo nervoso e outras inervações.

Vértebras lombares (verde) - vista posterior

Costelas

Existem sete costelas verdadeiras, três costelas falsas e duas costelas flutuantes. Todas elas formam articulações costovertebrais com as vértebras torácicas. As costelas verdadeiras são assim nomeadas porque formam uma articulação direta com o esterno anteriormente. As costelas falsas formam uma conexão com o esterno anteriormente, mas esta se dá através de uma cartilagem costal, e as costelas flutuantes não formam nenhuma conexão anteriormente.

Posteriormente as costelas formam as articulações costovertebrais com as vértebras torácicas, que consistem de uma faceta articular com a margem entre duas vértebras torácicas adjacentes e outra articulação entre o colo da costela e o processo (apófise) transverso da vértebra torácica. Essas articulações permitem um movimento em alça de balde, permitindo a expansão dos pulmões durante os mecanismos respiratórios.

Costelas verdadeiras (verde) - vista posterior

Anatomia de superfície

O processo (apófise) espinhoso de C7, conhecido como proeminência vertebral é facilmente palpável na base posterior do pescoço.

Esqueleto apendicular

Membro superior

Região escapular

A escápula é um osso com formato triangular que se encontra na superfície posterior da parede torácica. Ela forma a articulação escápulo-torácica através de sua superfície anterior. Essa é uma articulação puramente fisiológica, já que não há conexão óssea entre a escápula e a parede torácica.

A fossa glenóide projeta-se da superfície súpero-lateral da escápula e se articula com a cabeça do úmero. A fossa glenoide aprofunda-se no lábio glenoidal (labrum, um anel cartilaginoso), que também fornece um efeito de sucção para a articulação. A articulação glenoumeral é uma articulação altamente móvel, mas como resultado torna-se instável. Apesar de a articulação glenoumeral ser do tipo bola-e-soquete, a fossa glenoide (o soquete) é rasa como um prato. A cabeça do úmero também é semi-esférica, e possui pouco suporte ósseo. Isso é contrabalançado pelos músculos do manguito rotador, formando um forte manguito muscular constituído de quatro músculos (supraespinhal, infraespinhal, redondo menor e subescapular). Os músculos do manguito rotador envolvem a cabeça do úmero e mantém a fossa glenoide em seu lugar. Há ainda suporte ligamentar significativo na forma de ligamentos glenoumerais. O tendão da cabeça longa do bíceps (bicípite) (que cursa no sulco intertubercular ou sulco bicipital e se insere no tubérculo supraglenoidal) também fornece suporte inferior durante a rotação externa do ombro. A escápula possui uma fossa supraespinhal e uma fossa infraespinhal, que são pontos de origem dos músculos supraespinhal e infraespinhal. A espinha da escápula divide as duas. O nó supraescapular é um pequeno nó encontrado na margem superior da fossa supraespinhal. O nervo supraescapular corre no espaço, e a artéria supraescapular corre acima dele.

Escápula (verde) - vista posterior

Clavícula

A clavícula se articula com o manúbrio do esterno medialmente através de sua superfície medial arredondada. Lateralmente sua superfície plana se articula com o acrômio da escápula. O osso possui formato de “S” e se encontra superficialmente sob a pele. A articulação esternoclavicular é uma articulação sinovial em sela, e a articulação acromioclavicular é uma articulação sinovial deslizante.

Clavícula (verde) - vista anterior

Úmero

O úmero se articula com a fossa glenoidal na articulação glenoumeral, ou seja, a articulação do ombro. Ele possui um colo anatômico (diretamente abaixo da cabeça do úmero) e um colo cirúrgico (a secção inicial do eixo superior, abaixo dos tubérculos). O eixo é a parte longa do osso, e ele possui duas superfícies articulares em sua porção distal, a tróclea e o capítulo, que se articulam com a ulna (cúbito) e o rádio, respectivamente. O úmero também possui um sulco espiral no qual cursa o nervo radial. Devido à sua anatomia, fraturas umerais podem resultar em paralisia do nervo radial, causando queda do punho.

Úmero (verde) – vista posterior

Antebraço

Essa região é formada pelo rádio e ulna (cúbito). A cabeça do rádio se encontra proximalmente, e fica dentro do ligamento anular, que se liga à ulna (cúbito) acima do ligamento quadrado. A cabeça do rádio se articula com o capítulo do úmero. A base do rádio é larga e forma o componente rádio-escafo-lunar da articulação do punho.

A ulna (cúbito) possui uma grande parte proximal, que possui a incisura troclear, com a qual a tróclea do úmero se articula. A parte posterior da ulna (cúbito) possui um grande processo (apófise), o olécrano (olecrânio), também conhecido como cotovelo. O nervo ulnar (cubital) cursa posteriormente ao epicôndilo medial, que se projeta da superfície medial do úmero. Se você bater essa região do cotovelo, ele envia uma sensação de formigamento ao longo do antebraço. O rádio e a ulna (cúbito) são conectados ao longo de seus eixos por uma forte membrana interóssea, que é perfurada por vasos. Eles possuem os processos (apófises) estilóides radial e ulnar (cubital) na superfície lateral de suas partes distais (quando olhando para os ossos individualmente).

Punho

Os ossos do carpo formam a base óssea da região do punho. Eles são melhor compreendidos dividindo-os em linhas. A linha proximal consiste do semilunar, que se articula com a parte medial da superfície articular do rádio distal. O piramidal se articula com o complexo fibrocartilaginoso triangular e indiretamente com a superfície articular distal da ulna (cúbito). O pisiforme é um osso sesamoide (um osso que se encontra em um tendão) em forma de ervilha, que fica no acima do piramidal e dentro do tendão do flexor ulnar (cubital) do carpo. O escafóide se articula com o rádio distal e possui formato de uma castanha de caju. Ele conecta as linhas proximal e distal do carpo.

A linha distal consiste do trapézio, que se articula com o primeiro metacarpo (lembre-se: trapézio com polegar).

Próximo ao trapézio está o trapezóide, um osso menor do carpo que se articula com o segundo metacarpo. O capitato (grande osso) encontra-se radialmente e se articula com o terceiro metacarpo (pense no capitato como uma capital fundada no centro do país). O hamato possui um gancho proeminente que você pode localizar em sua superfície anterior, e forma articulações com o quarto e o quinto metacarpos.

A articulação do punho por si é formada entre a superfície articular distal do rádio e os ossos escafóide e semilunar do carpo. A superfície articular distal da ulna (cúbito) também se articula com o piramidal, através do complexo fibrocartilaginoso triangular.

Mão

A mão é formada pelos metacarpos e falanges. É uma estrutura complexa com numerosos pequenos ossos interconectados. Os metacarpos conectam os ossos do carpo às falanges. O primeiro metacarpo articula com o trapézio carpal. O segundo metacarpo se articula com o trapezóide. O metacarpo médio articula com o osso capitato. O quarto e quinto metacarpos se articulam com o hamato.

As falanges são divididas em proximal, média e distal, e se tornam progressivamente menores, quanto mais se avança para a região distal. O polegar só possui as falanges proximal e distal, e forma uma articulação em sela biconvexa com o trapézio, através de seu metacarpo. É a combinação dessa articulação e os nossos polegares alongados que nos permitem opor o polegar e assim realizar tarefas complexas com as nossas mãos.

Anatomia de superfície

A clavícula possui um curso subcutâneo e é facilmente palpável ao longo de seu curso. O manúbrio e o esterno encontra-se na linha média do tórax, e também são facilmente palpáveis.

Os processos (apófises) estilóides do rádio e da ulna (cúbito) podem ser encontrados próximos à articulação do punho (distal nas posições anatômicas lateral e medial).

A superfície posterior do rádio é onde encontramos o tubérculo dorsal de Lister. O extensor longo do polegar envolve esse marco.

O olécrano (olecrânio) surge da superfície posterior da ulna (cúbito) e é o ponto de inserção do tríceps braquial.

Membro inferior

Pelve

O sacro se articula com o corpo de L5, que possui forma de cunha, e também com os processos (apófises) articulares sacrais. Isso reduz a pressão nesse nível da coluna vertebral. Existem fortes ligamentos sacroespinhal, sacrotuberoso e iliolombar que fornecem suporte para a anatomia óssea. O sacro encontra-se na linha média, assim como a margem posterior do intróito pélvico. O sacro possui asas e forames (buracos) sacrais, que permitem que os nervos espinhais sacrais deixem o canal vertebral, dois de cada vez.

A pelve é um osso único formado por três ossos separados: o ílio, o ísquio e o púbis. Os três ossos se unem no acetábulo (quadril). O ílio possui uma grande crista que forma as bordas superiores da falsa pelve. Marcos anatômicos notáveis no ílio incluem a espinha ilíaca anterior superior (EIAS), na qual o ligamento inguinal se prende. A espinha ilíaca anterior inferior (EIAI) encontra-se abaixo da EIAS, e é onde o músculo reto femoral se insere.

O ísquio é o mais inferior dos três ossos, e possui tuberosidades proeminentes em sua superfície inferior. É onde os músculos da parte posterior da coxa se inserem, e é a superfície sobre a qual sentamos. As espinhas do ísquio são encontradas superiormente a elas, e formam o ponto de inserção do ligamento sacroespinhal (sacroespinhoso). Esse ligamento divide esse espaço do forame (buraco) isquiático, formando os forames (buracos) isquiáticos maior e menor. O ligamento sacrotuberal (sarotuberoso) (que cursa do sacro para a tuberosidade do ísquio) forma em seguida a margem inferior do forame (buraco) isquiático.

A púbis é o osso anterior da pelve. A sínfise púbica é uma articulação entre os dois ossos púbicos na linha mediana anterior. Lateral a essa articulação, no ramo púbico superior, é onde o tubérculo púbico pode ser encontrado. Ali é onde o ligamento inguinal se liga, medialmente. Existem ramos superior e inferior do púbis de cada lado, que são separados pelo forame (buraco) obturatório (obturador). O nervo obturatório deixa a pelve por esse forame (buraco) para inervar o compartimento medial da coxa.

Quadril

A articulação do quadril é uma articulação do tipo bola-e-soquete, e é formada pela cabeça do fêmur e pelo acetábulo. É uma articulação profunda reforçada pelo lábio (labrum) do acetábulo e fortes ligamentos, como o iliofemoral, isquiofemoral e pubofemoral. O iliofemoral é o mais forte ligamento do corpo humano, e possui duas bandas distintas. Dessa forma é também conhecido como ‘ligamento em Y de Bigelow’. É uma articulação muito forte e altamente móvel.

Articulação do quadril (verde) - vista lateral direita

Coxa

A coxa é a região proximal da perna e sua base óssea é o fêmur. O fêmur é um osso longo que forma dois côndilos distalmente, que se articulam com o platô tibial. O eixo do osso é angulado inferior e medialmente, o que forma um ângulo com a vertical chamado de ângulo Q. A superfície lateral do eixo superior do fêmur dá origem ao trocanter maior, que é o local de inserção dos rotadores curtos externos do quadril. O trocanter menor se projeta da superfície medial do eixo do osso, inferiormente ao trocanter maior, e esse é o local de inserção do músculo iliopsoas. A superfície posterior da diáfise femoral dá origem à linha áspera (relevo ósseo), que é a inserção dos vastos lateral e medial.

O côndilo medial (distal) é mais arredondado e se projeta mais para fora. Os côndilos se encontram sobre o menisco medial, que possui forma de “C”, e o menisco lateral, mais arredondado. Os meniscos agem como um amortecimento para o fêmur e melhoram a congruência da articulação. A patela (rótula) é um osso sesamoide (um osso que se encontra em um tendão), que fica anteriormente no joelho. Ela protege a articulação do joelho e melhora o momentum de ação do quadríceps na perna para causar a extensão do joelho.

Fémur (verde) - vista posterior

Perna

A perna é a parte distal do membro inferior, e é formada pela tíbia medialmente e pela fíbula (perónio) lateralmente. A tíbia é o osso que forma a articulação do joelho com o fêmur e a fíbula (perónio) se liga à tíbia através das articulações tibiofibulares (tibioperoneais) proximais. Os ossos estão conectados ao longo de seu comprimento por uma forte membrana interóssea, que é perfurada por vasos. O platô (planalto) tibial é o termo dado para sua superfície articular superior, e é dividida na linha média por uma eminência intercondilar. O ligamento cruzado anterior se insere logo anterior à eminência, e cursa superiormente em um sentido diagonal para se inserir na superfície medial do côndilo femoral lateral. O ligamento cruzado posterior surge da superfície medial do côndilo medial, posteriormente, e se insere no aspecto posterior da parte superior da tíbia.

O possui numerosos ossos. O calcanhar é formado pelo calcâneo. A articulação do tornozelo é formada pelas superfícies articulares distais da tíbia, superfície medial da fíbula (perónio) e o tálus (astrágalo). Isso forma uma articulação em ‘mortice’, que habilita o tornozelo se mover como uma articulação em dobradiça, permitindo a dorsiflexão e a flexão plantar.

O osso cubóide se encontra lateralmente, enquanto o navicular e o cuneiforme se encontram mediais, proximalmente e distalmente, respectivamente. Existem três ossos cuneiformes; medial, intermédio e lateral. Estes se articulam com o primeiro, segundo e terceiro metatarsos. O cubóide articula com o quarto e quinto metatarsos. Os metatarsos se articulam com as falanges proximais, que se articulam com as falanges médias, que se articulam com as falanges distais. O hálux possui somente duas falanges, como o polegar. A base do quinto metatarso é proeminente e se projeta posterior e lateralmente. Ela é facilmente palpada ao longo do meio da borda lateral do pé.

Anatomia de superfície

O maléolo medial (parte medial do tornozelo) é uma projeção arredondada, e é um marco distal da tíbia. O maléolo lateral (parte lateral do tornozelo) é uma projeção arredondada, e é um marco distal da fíbula (perónio).

O trocanter maior é palpável como uma projeção do eixo superior do fêmur.

A espinha ilíaca anterior superior (EIAS) é a origem do ligamento inguinal, e o tubérculo púbico é seu ponto de inserção. A artéria femoral é encontrada um centímetro abaixo do ponto médio desse ligamento. O anel profundo é encontrado no ponto médio do ligamento, logo acima da artéria.

A cabeça da fíbula (perónio) é o ponto de inserção do bíceps (bicípite) femoral. O nervo fibular (peroneal) comum envolve o colo da fíbula (perónio), e uma compressão ali pode resultar em pé caído.

Videoaula recomendada: Tipos de ossos
Tipos de ossos existentes no corpo Humano.

Destaques

Existe um total de 206 ossos no corpo humano adulto, agrupados conforme abaixo:

  • Esqueleto axial
    • Crânio
      • Osso frontal
      • Ossos temporais
      • Ossos parietais
      • Ossos occipitais
      • Osso esfenóide
      • Osso etmóide
      • Ossículos auditivos
    • Face
      • Mandíbula
      • Maxila
      • Osso zigomático
      • Ossos nasais
      • Ossos lacrimais
      • Dentes
      • Osso hióide
    • Coluna vertebral
      • Vértebras cervicais
      • Vértebras torácicas
      • Vértebras lombares
      • Costelas
  • Esqueleto apendicular
    • Membro superior
      • Escápula
      • Clavícula
      • Úmero
      • Antebraço
      • Punho
      • Mão
    • Membro inferior
      • Pelve
      • Quadril
      • Coxa
      • Perna

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“Eu diria honestamente que o Kenhub diminuiu o meu tempo de estudo para metade.” – Leia mais. Kim Bengochea Kim Bengochea, Universidade de Regis, Denver

Mostrar referências

Referências:

  • Frank H.Netter MD: Atlas of Human Anatomy, 5th Edition, Elsevier Saunders
  • Chummy S.Sinnatamby: Last’s Anatomy Regional and Applied, 12th Edition, Churchill Livingstone Elsevier
  • Richard L. Drake, A. Wayne Vogl, Adam. W.M. Mitchell: Gray’s Anatomy for Students, 2nd Edition, Churchill Livingstone Elsevier
  • Radiopaedia: Sacrum, accessed 1/08/2016
  • David Abbasi, John Badylak: Acromio-clavicular Injuries (AC Separation), accessed 1/08/2016
  • Clifford R. Wheeless, III, MD: Distal Radius Fracture, accessed 1/08/2016

Artigo, revisão e layout:

  • Shahab Shahid
  • Francesca Salvador
  • Adrian Rad

Ilustrações:

  • Sutura escamosa – visão lateral esquerda - Yousun Koh
  • Membrana interóssea da perna – vista anterior - Yousun Koh
  • Sínfise púbica – vista anterior - Liene Znotina
  • Articulação esternocostal – vista anterior - Yousun Koh
  • Cotovelo – vista anterior - Yousun Koh
  • Articulação atlantoaxial lateral – vista posterior - Liene Znotina
  • Articulação atlanto-occipital - vista posterior - Liene Znotina
  • Articulação carpometacarpal do polegarl – vista anterior - Yousun Koh
  • Articulação glenoumeral – vista anterior - Yousun Koh
  • Articulação glenoumeral - vista anterior - Irina Münstermann
  • Articulação coxofemoral - vista lateral direita - Liene Znotina
  • Articulação coxofemoral - vista anterior - Irina Münstermann
  • Osso frontal – vista anterior - Yousun Koh
  • Osso temporal – vista lateral esquerda - Yousun Koh
  • Osso temporal – vista inferior - Yousun Koh
  • Osso parietal – vista lateral esquerda - Yousun Koh
  • Osso occipital – vista inferior - Yousun Koh
  • Osso esfenóide – vista superior - Yousun Koh
  • Osso esfenóide – vista inferior - Yousun Koh
  • Osso etmóide - vista medial - Yousun Koh
  • Osso etmóide - vista superior - Yousun Koh
  • Protuberância occipital externa – vista posterior - Yousun Koh
  • Corpo da mandíbula – vista lateral esquerda - Yousun Koh
  • Mandíbula - vista anterior - Yousun Koh 
  • Maxila – vista anterior - Yousun Koh
  • Osso zigomático – vista anterior - Yousun Koh
  • Osso nasal – vista anterior - Yousun Koh
  • Osso lacrimal – vista anterior - Paul Kim
  • Osso hióide - vista anterior - Irina Münstermann
  • Coluna vertebral - vista anterior - Irina Münstermann
  • Vértebras cervicais - vista posterior - Yousun Koh
  • Vértebras torácicas - vista posterior - Yousun Koh
  • Vértebras lombares - vista posterior - Yousun Koh
  • Costelas - vista anterior - Irina Münstermann
  • Costelas verdadeiras - vista posterior - Yousun Koh
  • Escápula – vista posterior - Yousun Koh
  • Escápula – vista anterior - Irina Münstermann
  • Clavícula – vista anterior - Irina Münstermann
  • Clavícula – vista anterior - Yousun Koh
  • Úmero – vista anterior - Irina Münstermann
  • Úmero – vista posterior - Yousun Koh
  • Rádio – vista anterior - Irina Münstermann
  • Rádio – vista posterior - Yousun Koh
  • Ulna – vista anterior - Irina Münstermann
  • Ulna – vista posterior - Yousun Koh
  • Punho – vista anterior - Irina Münstermann
  • Mão – vista anterior - Irina Münstermann
  • Falanges da mão – vista anterior - Irina Münstermann
  • Sacro – vista anterior - Irina Münstermann
  • Sacro – vista anterior - Liene Znotina
  • Pelve – vista anterior - Yousun Koh
  • Ílio – vista anterior - Irina Münstermann
  • Ílio - vista anterior - Liene Znotina
  • Ísquio – vista anterior - Irina Münstermann
  • Ísquio - vista posterior - Liene Znotina
  • Ísquio - vista lateral esquerda - Liene Znotina
  • Púbis – vista anterior - Irina Münstermann
  • Púbis - vista posterior - Liene Znotina
  • Púbis - vista lateral esquerda - Liene Znotina
  • Quadril - vista lateral direita - Liene Znotina
  • Fémur – vista anterior - Irina Münstermann
  • Fémur - vista posterior - Liene Znotina
  • Rótula – vista anterior - Irina Münstermann
  • Tíbia – vista anterior - Irina Münstermann
  • Tíbia - vista anterior - Liene Znotina
  • Tíbia - vista medial - Paul Kim
  • Fíbula – vista anterior - Irina Münstermann
  • Fíbula - vista anterior - Liene Znotina
  • Fíbula - vista lateral esquerda - Paul Kim
  • Pé – vista anterior - Irina Münstermann
  • Calcâneo - vista lateral direita - Liene Znotina
  • Astrágalo - vista medial - Paul Kim
  • Metatarsos – vista anterior - Irina Münstermann
  • Falanges do pé – vista anterior - Irina Münstermann 

Tradução para português:

  • Rafael Lourenço do Carmo
  • Catarina Chaves
  • Beatriz la Féria
© Exceto expresso o contrário, todo o conteúdo, incluindo ilustrações, são propriedade exclusiva da Kenhub GmbH, e são protegidas por leis alemãs e internacionais de direitos autorais. Todos os direitos reservados.

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